quinta-feira, 18 de agosto de 2016

UNIVERSIDADE SÉNIOR ANO LECTIVO 2015 – 2016



UNIVERSIDADE SÉNIOR ANO LECTIVO 2015 – 2016

Mais um ano chegou ao fim! 

Andei feliz a frequentar as aulas das disciplinas em que me inscrevi

 Gosto de todas é certo, mas temos sempre alguma preferência 

e este ano que terminou 

fiquei apaixonada pelas aulas de "Dança"! 

Foi a novidade. 

Tenho um vídeo da minha participação, dançando um "slow" 

na Festa de final de ano lectivo, para mais tarde recordar... 

Aqui apresento imagens da Exposição no final do ano lectivo; 

o Formador da disciplina de Fotografia 

pediu-nos 6 fotos e das que entreguei 

ele escolheu 3 das minhas fotos, para expor. 

Logo no 1º expositor estavam 2 das minhas fotos 

que captei na visita de estudo que fizemos próximo das férias, 

à região de Avis, numa visita ao Museu: 

as fotos das espigas de milho 

e da fechadura da Igreja Matriz são de minha autoria. 

A foto a seguir também é de minha autoria, 

onde captei uma chaminé alentejana e a imensidão do Alentejo.




As 4 fotos seguintes são de alguns dos meus colegas




No ano passado fiz também um post sobre o 1º ano que frequentei a UniSeM
Foi num outro blog:
e fi-lo logo em Junho; posso dizer que estava bastante entusiasmada e... assim que aconteceu a Exposição fiz o post. 
Numa sexta-feira, 19 de junho de 2015
UNIVERSIDADE SÉNIOR ANO LECTIVO 2014 – 2015
Neste "ANO SABÁTICO" decidi inscrever-me na UniSeM em 4 disciplinas (apenas as que são permitidas) Pensei no que gosto (Fotografia) no que pode ser útil (Inglês e Informática) e no que faz bem à saúde (Expressão Corporal) A meio do ano desisti de uma, continuei com as outras três. 
Este ano fiquei bastante triste e desiludida com a atitude da Câmara da Moita, sei que mais pessoas também acharam uma falta de respeito para com os alunos séniores e, só por isso, estou a fazer um post sobre o tema já a meio do mês de Agosto e...coloco este artigo aqui neste blog: 
"Os meus pensamentos"
Explicarei a razão mais adiante.




Apresento também os trabalhos expostos de alunos 

das disciplinas de "Bordados" - "Tecelagem" e outros.






NO ano passado não apresentei nenhum trabalho meu das disciplinas de Informática e Inglês, tal como escrevi num dos comentários ao meu post:
tulipa - 4 de julho de 2015 às 23:27
Vamos a ver se para o ano eu apresento os meus trabalhos da disciplina de Informática bem como, de Inglês (que este ano, baldei-me) 1º porque nunca tinha visto como os trabalhos eram apresentados, quis ver para saber como fazer no próximo ano lectivo... 

Ora bem... promessa cumprida. 
Aqui estão 2 dos meus trabalhos de Informática referentes ao tema: Gráficos.





e... aqui abaixo,  a mesa onde estavam os trabalhos de Inglês em cujo tema: "Alimentação saudável" - "Healthy Eating" eu apresentei 4 folhas com receitas saudáveis: entrada, prato principal e sobremesa. 
Esta "Árvore" feita por um colega da turma de Inglês 
serviu para dar o mote à outra apresentação de trabalhos de Inglês: 
Árvore genealógica", na qual não participei.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

THE MAN WHO KNEW INFINITY - JEREMY IRONS e DEV PATEL


Mais um excelente filme que fui ver:

O Homem que Viu o Infinito
De: Matt Brown
Com: Dev Patel, Jeremy Irons, Malcolm Sinclair
Género: Drama
Outros dados: GB, 2015, Cores, 108 min.





Srinivasa Aiyangar Ramanujan (Dev Patel) nasceu na Índia, em 1887. 

Já na infância, a sua inteligência excepcional deixa todos à sua volta impressionados. 

Por causa disso, ganha uma bolsa para o Liceu de Kumbakonam, onde desperta a admiração dos professores. 

Na adolescência começou, por auto-recriação, a estudar séries aritméticas e séries geométricas e com apenas 15 anos conseguiu encontrar soluções de polinómios de terceiro e quarto grau. 

Com essa idade teve acesso a um livro que marcou a sua vida: "Synopsis of Elementary Results on Pure Mathematics", a obra de George Shoobridge Carr, um professor da Universidade de Cambridge (Inglaterra). 

O livro apresenta cerca de seis mil teoremas e fórmulas com poucas demonstrações, o que influenciou a maneira de Ramanujan interpretar a Matemática. 

Aos 16 anos fracassou nos exames de inglês e perdeu a bolsa de estudos. 

Sem desistir, continuou as suas pesquisas de forma autodidacta. 

Estudando e trabalhando sozinho, recria tudo o que já fora feito em Matemática. 
Mais tarde, decidiu frequentar uma universidade local como ouvinte. 

Os professores, percebendo as suas qualidades, aconselharam-no a enviar os resultados dos seus trabalhos para o grande matemático inglês G. H. Hardy (Jeremy Irons). 

Em 1913, impressionado com o seu intelecto, Hardy convida-o para ir para Cambridge (Inglaterra). 

Ali, apesar de todas as dificuldades de adaptação e de algum cepticismo do corpo docente, ele tornou-se professor no Trinity College (Cambridge) e foi agraciado com o ingresso na Royal Society de Ciências. 

Em 1919, adoeceu com tuberculose e voltou para a Índia…





Com realização e argumento de Matt Brown (“Ropewalk”), 

“O Homem Que Viu o Infinito” conta a história verídica de Srinivasa Aiyangar Ramanujan (1887 – 1920), um dos mais influentes génios matemáticos do século XX. 

Sendo que a essência é a matemática, a história humana não é menos importante e está sabiamente contada – e sempre sabe bem que os "humilhados e ofendidos" às vezes vençam, apesar de todos os pesares. 
Vale muito a pena, com um soberbo Jeremy Irons, a saber envelhecer, e um jovem Patel a secundá-lo muito bem. A não perder.




The Man Who Knew Infinity conta a história de Srinivasa Ramanujan, um contabilista indiano que foi trazido para o Reino Unido no início do século XX por Godfrey Harold, um professor de Cambridge, que lhe reconhecera o talento. 

Ramanujan é conhecido como um dos maiores matemáticos de todos os tempos, embora tenha lutado muito para provar o que valia. 
Uma história passada no tempo da Primeira Grande Guerra.

Ramanujan enfrenta grandes e cruéis desafios durante a sua vida em Cambridge, do racismo à rejeição e até problemas de saúde. 

Ainda que não existam registos sonoros da voz de Ramanujan, Dev Patel, o ator que o interpreta, diz que baseou a sua prestação nas fotos do matemático e na força que os escritos deste deixam transparecer.

“Não tínhamos qualquer material físico ou qualquer elemento que nos permitisse saber como falava. 
Sabe, diz-se que uma fotografia vale por mil imagens, e, neste caso, é realmente verdade. 
Tentámos captar a essência deste homem e a resiliência dele, a mesma resiliência que encontrámos no livro”, disse Patel em entrevista.

The Man who knew infinity estreou nos Estados Unidos dia 15 de abril, no Festival Internacional de Tribeca e em Portugal a 21 de julho.



domingo, 3 de julho de 2016

UMA EXPERIÊNCIA GASTRONÓMICA DIFERENTE



Aproveitámos um "voucher" para experimentar este restaurante. 

Entrámos, o espaço é relativamente pequeno. 

Tínhamos marcação, a moça que nos recebeu indicou-nos uma mesa. 

MAS.... é preciso dizer que antes... 
fui ler os comentários sobre este restaurante 
e... valha-nos todos os santinhos... 
no meio de 6 opiniões, só uma era satisfatória.

Enfim... nem isso nos fez desistir, pois o "voucher" já estava pago 
e... era mesmo para ir, 
no entanto, gosto de saber o que vou encontrar.

Ok... sentámos-nos: 
tínhamos lido: o desconforto das cadeiras serem extremamente altas para as mesas baixas. 
Sim, é verdade, 
mas... é só o primeiro impacto, 
depois de nos ajeitarmos não voltamos a lembrar esse pormenor.

Também tinha lido sobre a barreira da linguagem... 
Mas, mais uma vez nada sentimos, 
a moça falava português e entendeu-nos lindamente; 
já o senhor que cozinhava nunca ouvi uma só palavra, 
esse sim, acho que não falava nem uma palavra de português.

Alguém se queixou que: 
a questão de termos um voucher foi motivo de confusão e do maior desentendimento!
Não, nada disso!
Entregou-se logo o voucher ao início quando chegamos, 
aliás a reserva tinha sido feita 
mencionando que era com "voucher", qual o problema? 
Nenhum...

Foi mesmo uma "estreia em comida nepalesa"

Para uma primeira experiência serviu lindamente! 

O mais importante era mesmo a comida. 
Entradas boas!





Fomos conhecer o Pokhara, um restaurante de cozinha nepalesa.

O "voucher" a um preço muito simpático, com tudo incluído

(entrada, prato, bebida, sobremesa e café)

A comida nepalesa é um pouco parecida à comida Indiana. 

O jantar começou com um Garlic Nan e Pyaj Pakora. 

Garlic Nan estava bom e ainda quentinho

A Pyaj Pakora é um pastel de cebola frito com farinha de grão. 

A descrição pode não ser muito atractiva mas, 

só posso dizer que ADOREI - uma verdadeira delícia!

 acompanhado de três molhos diferentes...





Começamos a refeição com um "Brinde"!

a minha amiga com sangria 

e eu, com uma novidade - se é para experimentar, 
que seja tudo novo para mim - uma especialidade da casa, lassi de manga! 

Delicioso!





Pedimos depois os pratos principais. 

Caril de gambas para as duas, só que o meu com molho de natas e côco e o da minha amiga, um caril normal 

- vê-se bem a diferença na cor dos molhos. 

Acompanhados de um maravilhoso "arroz basmati" 

que não tem nada a ver com aquele que compramos nos supermercados... até comentámos com a moça que nos atendeu...

Há quem diga que as doses são pequenas... 

achei o suficiente para comer de forma satisfatória.

As doses vêm numa espécie de tigela que permanece aquecida na mesa por uma vela. 





Para terminar trouxeram-nos uma mousse de manga e canela!

Localizado numa zona bastante acessível e pacata, 

não foi nada difícil lá chegar e arranjar estacionamento...

a comida é saborosa 

e, quem sabe, voltarei lá um dia! 

No fim, as filhas da minha amiga pediram-lhe: 
"Mãe, traz chamuças de carne"
e assim foi, 
só que a moça explicou que era mais barato do que comer no restaurante, 
pois sendo take-away tem um desconto... 

eu não provei as chamuças - tenho mesmo que lá voltar...!!!



quarta-feira, 8 de junho de 2016

EVENTO NA QUINTA DOS LORIDOS - BUDDHA EDEN


Aceitei o convite para um "Evento Fotográfico" e fui visitar a Quinta dos Loridos, onde se encontra o maior jardim oriental da Europa, o impressionante Buddha Eden. 

Com cerca de 35 hectares, o jardim surgiu em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras-primas do período tardio da Arte de Gandhara.

Entre budhas, pagodes, estátuas de terracota e várias esculturas cuidadosamente colocadas entre a vegetação, estima-se que foram usadas mais de 6 mil toneladas de mármore e granito para edificar esta obra monumental.

A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os buddhas dourados dão calmamente as boas-vindas.

Tive ainda a oportunidade de observar os 700 soldados de terracota pintados à mão, cada um deles único, encontrando-se alguns enterrados como há 2.200 anos atrás. 

A primeira vez que lá fui, foi em 2010 e estava com vontade de lá voltar, pois sabia por informação de pessoas que o foram visitar recentemente, que estava bem diferente, com muitas mais esculturas, entre elas - arte africana.

Assim estive mais uma vez, num lugar único de paz e tranquilidade!




A primeira apresentação foi deste Grupo de Dança, 

só que teve um enorme atraso (em relação à hora que estava programado)

 e começou numa hora imprópria para fotografar 

- entre as 12h e as 13h  - quando o Sol acaba por prejudicar as fotos, 

queimando-as! Vê-se, nesta imagem, o canto superior esquerdo 

completamente queimado - o que me desgosta!



muito recentemente fui a uma loja para comprar um "parasol" 

precisamente para estas situações, só que tive "azar" - para o modelo 

da minha máquina não existe esse acessório 

e... nada posso fazer, para melhorar as minhas fotos, neste caso.


O parasol ou lens hood é aquele acessório que é encaixado na frente das lentes 

para melhorar a qualidade da imagem quando a luz utilizada (seja do sol ou artificial) 

está numa posição que interfira na foto. 

O parasol protege a lente de fragmentos de luz desnecessários. 




no entanto, não deixei de fotografar... 

fui captando outras imagens, mas sempre de forma a proteger-me do Sol




Quem é que nunca penou para fotografar sob o sol do meio-dia? 

Mas calma, isso tem solução! 

E podemos ver uma das soluções, na próxima foto





Para organizar um evento é preciso, antes de mais, estabelecer objectivos. 

O que quer alcançar? Transformar mentes? Entusiasmar as pessoas?

Pense nas três coisas que gostaria de alcançar com esse evento e concentre-se em torná-las realidade. 

Escolha a hora e o local. Essa é a parte mais importante. 

Em que horário e lugar as pessoas diriam "Claro que eu vou!"? 

Tem que ser uma hora em que todos estejam livres e um local conveniente!

No fim do dia... pergunte a todos os presentes:
O que acharam? 
Divertiram-se, pelo menos? 

A próxima imagem dá a minha resposta! 

Adorei o local, não podia ser melhor.


domingo, 29 de maio de 2016

FESTA DO CINEMA MAIO 2016



A segunda edição da Festa do Cinema, na qual os preços dos bilhetes de cinema

custaram 2,5 euros nas salas aderentes, aconteceu de 16 a 18 de Maio.

A iniciativa aconteceu pela primeira vez em 2015 e contou com cerca de 200.000 espectadores.

Em Maio de 2015, a primeira Festa do Cinema, organizada pelos exibidores e distribuidores portugueses, estendeu-se a cerca de 500 salas de cinema de todo o país, com bilhetes a custarem 2,5 euros.

172743 espectadores na FESTA DO CINEMA 2016

Foi um grande sucesso a segunda edição da Festa do Cinema

500 salas de cinema com bilhetes a €2,50 durante 3 dias!!! 

E EU... FUI 

Numa tarde vi logo 2 sessões seguidas, 

uma às 13h 35m e outra às 15h 35m nas salas de cinema do Alegro de Setúbal. 

Quando terminou a 2ª sessão estava pronta a seguir a maratona de filmes 

só que não havia mais nenhum filme em exibição que fosse do meu agrado. 

A 1ª escolha recaiu num filme baseado numa história verídica 

e, escusado será dizer que chorei até mais não....





"O NOSSO MILAGRE" - Drama - EUA, 2016, Cores, 109 min.

Aos cinco anos, Anna foi diagnosticada com uma doença incurável que lhe causava dores de estômago fortíssimas e que a impedia de comer normalmente. 

A família, desesperada, recorreu a vários médicos, procurando uma solução. 

Mas, infelizmente, nada podia ser feito por ela. 

Um dia, já com dez anos, a pequena sofre uma queda aparatosa de uma árvore e quase perde a vida. 

Depois de levada de urgência para o hospital, todos se deparam com algo extraordinário: para além de ter sobrevivido à queda apenas com alguns arranhões, deixou de ter quaisquer sintomas da doença que, supostamente, não tinha cura. 

Apesar de confusa e sem explicação para o sucedido, a família fica exultante com a notícia. 

Mas, com o passar dos dias, Anna conta que, durante o tempo em que esteve sem sentidos, visitou o Céu e conversou com Jesus, que a enviou de novo para junto da família, dizendo-lhe que tinha planos para ela na Terra.

Um filme sobre esperança, com realização da mexicana Patricia Riggen 
("A Mesma Lua", "Adulta à Força", "Os 33") 
e argumento de Randy Brown, "O Nosso Milagre" adapta a história verídica relatada no livro de memórias de Christy Beam. 

O elenco conta com Jennifer Garner, Kylie Rogers, Martin Henderson, John Carroll Lynch, Eugenio Derbez e Queen Latifah, entre outros. 

O NOSSO MILAGRE é baseado na incrível história verídica da familia Beam.




"MONEY MONSTER" - dJodie Foster

Com: Julia Roberts, George Clooney, Caitriona Balfe, Jack O'Connell

Género: Drama, Thriller - EUA, 2016, Cores, 98 min.

Lee Gates é a estrela de "Money Monster", um programa televisivo sobre investimentos financeiros. 

O sucesso é tal que se torna uma referência na área das finanças. 

Kyle Budwell é um investidor que segue as dicas de Gates e acaba por perder todo o dinheiro em acções de uma empresa de tecnologia que, contra todas as expectativas, abre falência imediatamente após os conselhos do programa.

Desesperado e ansiando por vingança, irrompe pelo estúdio e apresenta a sua história, ao mesmo tempo que ameaça fazer explodir toda a equipa de produção. 

Durante várias horas e com milhões de pessoas a assistir à emissão em tempo real, Gates e a sua equipa terão de encontrar um modo de se manterem vivos e, simultaneamente, procurar perceber a verdade por detrás da teia de mentiras financeiras que levou Budwell e tantos outros norte-americanos à ruína.

Com realização de Jodie Foster 
("Mentes Que Brilham", "O Castor"), 
segundo um argumento de Alan DiFiore, Jim Kouf e Jamie Linden, 
um "thriller" psicológico que conta com George Clooney, Julia Roberts, Jack O'Connell, Dominic West e Caitriona Balfe nos papéis principais.





Enquanto actriz ou enquanto realizadora, 

Jodie Foster sempre privilegiou a ideia de complexidade: 

revelar numa personagem a sua natureza essencialmente irredutível, 

transcendendo as dicotomias fáceis para mostrar 

como um ser humano é algo mais 

do que apenas aquilo que nele vemos neste momento específico. 

Essa ambiguidade explica porque é que Money Monster 

são na verdade dois filmes que ora se juntam ora se separam, 

tornando a quarta realização da actriz 

simultaneamente entusiasmante e frustrante. 

E a ironia de vermos um filme sobre o poder da televisão 

feito para o grande ecrã não passa desapercebida – mesmo que a direcção 

de Foster seja eficaz e funcional mais do que inspirada, 

e sobretudo virada para os actores (todos excelentes).